“(…) E às seis e meia daquela tarde-noite, podia-se ver apenas dois seres tímidos e recatados nos limites opostos de um vasto planeta. Éramos nós, sós, dois jovens desconhecidos.

O sol que adormecia, incidia nos meus olhos castanhos e curiosos. Eu estava demasiadamente resistente por querer mudá-los de rumo. Mirava à frente, a rua, a calçada, mas tudo que eu queria era mesmo ver o seu rosto. Que coisa estranha! Quem iria explicar esse inútil desejo de querer-te em minha vista?”

Camila Barretto.

Trecho do Texto “Um Anjo, um Destino”.